quinta-feira, 1 de setembro de 2011

~ Die Leben wie einer Berliner

Segundo dia e lá vamos nós. Como dito anteriormente, o negócio do tempo aqui me complicou bastante. Fui dormir tarde no dia anterior e tinha de acordar cedo. De novo me contorci pra conseguir tomar banho na banheiro (porque até então eu não sabia como fazer pra água sair pela ducha) e fui.

Aula repetida pra mim, mas nem por isso chata. Conheci a Camila, uma mexicana que tem muita cara de ser brasileira e que parece a Marina Person (olhando essas fotos que apareceram, não parece mais tanto, mas ainda assim lembra um pouco). Conheci porque ela sentou ao meu lado, após chegar atrasada e aí fizemos algumas atividades juntos. Fora isso, não nos aproximamos muito (o que, pra falar a verdade, tá sendo o meu grande problema aqui, pois eu entrei numa sala onde as pessoas já se conheciam há um tempo e já tem alguns laços. Algumas pessoas que andavam estavam no grupo já foram embora e as que ficaram são um tanto saudosistas =/)

No intervalo falei com o Andrew, o uberrrlandense sobre quem tinha falado anteriormente, que me levou a conhecer um italiano que agora mora da Áustria (ou Suíça, não lembro), e a falar com a carioca de Niterói ;), Marcela e com a espanhola de Cárceres, Montaña. No fim da aula fui conversando com a Mariana, de Recife e ela me deu umas dicas como a Mensa.

Mensa é o nome que eles dão para o que nós chamamos de RU (ou mais ao Sul do Brasil, de Bandejão). As principais diferenças são:
  • É self-service;
  • Tem muitas opções;
  • O valor não é calculado pelo peso (são tabelados);
  • A comida não é servida na própria bandeja, mas sim em pratos;
A foto não tá tão legal, mas acho que dá pra sacar a idéia.

Quanto a questão do valor, é isso mesmo: tipo, macarrão custa 2,37 euros. Não importa se você vai comer 200g ou 2kg, é 2,37. E de verdade, é barato pra uma refeição oferecida nesses moldes (cada almoço sai de 4 a 5 euros).

Enfim, almoçamos juntos (3 brasileiros, 2 sérvios, 1 mexicana e 1 italiana), mas alguns desses tinham aula a tarde, pois na escola há 3 modalidades: Standard (20 aulas por semana), Intensiv (24 aulas por semana), Premium (28 aulas por semana), e eles estão na Intensivklasse. Só não estamos eu e a Mariana. Ela iria, então, voltar pra casa (porque os pais dela estão vindo visitá-la e ela tinha que arrumar as coisas lá - ela mora com o namorado alemão). Decidi então alugar uma bicicleta pra conhecer melhor a cidade e vos digo: passem por essa experiência. Se vierem e, por acaso, forem ficar por mais tempo vale até comprar uma. O dia (8h às 20h - ou às 22h, dependendo da locadora) custa de 10 a 12 euros. Como já cheguei às 13h30m,  paguei 8 euros pra ficar até às 20h.

Há muito não andava de bicicleta e é muito bom, brother! Fui novamente na Fernsehturm, só que dessa vez sem as croatas vadias e pude melhor admirá-la. Cheguei inclusive a subir lá no 'topo' (a 203 metros do chão) - 11 euros se você comprar e ficar esperando o horário reservado para o número do seu ticket ou 19,50 se você quiser selecionar qualquer horário.

Eu, com bastante receio de não conseguir chegar a tempo pra devolver a bicicleta (porque o cara solicitou que eu deixasse o meu documento ou que fizesse um depósito de 300 euros como seguro pro caso de eu perder, quebrar ou roubar a bicicleta), comprei o mais caro e na hora de selecionar o horário, o espertão em vez de pegar 14:45 (imediato), pegou 16:45. Resultado: tive de esperar mais ou menos o tempo que teria caso tivesse comprado o ticket regular. Enquanto isso visitei diversos lugares sobre os quais eu não vou me alongar. Seguem as fotos:

Humbolt Universität: estátua do fundador.

Humbolt Universität

Unter den Linden: Avenida principal do centro de Berlim. Há vários tipos de passeio nela, inclusive de carruagem o que faz com que a cada 100 metros haja restos de cocô de cavalo. E claro, o cheiro é esse que você tá pensando mesmo.


UE

Brandenburger Tor: símbolo da unificação de Berlim.

No topo, fica a quadriga, estátua da deusa grega Irene (a deusa da Paz). Anteriormente, ela ficava virada pro lado Oeste, mas por ordem dos soviéticos, viraram-na parte o Leste.

Brandenburger Tor, visto do lado Oeste.

17. des Juni, avenida que leva a residência real, passando pelo Tiergarten.

Outro tipo de passeio na Unter den Linden.


A publicidade alemã não é sempre legal quanto essa.

Berlim, do topo da Fernsehturm.

Alexanderplatz, do topo da Fernsehturm.

Unter den Linden, do topo da Fernsehturm.

Museu (cujo nome me foge agora) na Museumsinsel (Ilha dos Museus).

Potsdamer Platz (onde se encontra uma Berlim totalmente diferente da que fica pro lado oposto).

Restos do Berliner Mauer (Muro de Berlim) - lado leste.


Lado leste.

Custo a acreditar que já havia QR Codes antes de 1989. :)

Nas ruas e calçadas, eles deixaram o rastro de onde ficava o muro.


Sede da pwc, em Potsdamer Platz.

Mais Potsdamer Platz.



Jüdisches Mahnmal (Memorial Judeu, no caminho do Brandenburger Tor para Potsdamer Platz).

Reichstag, sede do governo alemão.

Tiergarten.

Próximo da minha casa, no distrito de Pankow-Heinersdorf. Detalhe: 8:30 da noite.

Zampastrasse, minha rua.

Exemplo de rua, que serve pra carros, ciclistas e Strassenbahnen.


Synagoge

Roten Rathaus, sede do senado alemão.

Debaixo da Fernsehturm. (Curiosidade: Berlin está toda em obras.


Hall de entrada da Turm.

Unter den Linden

Humbolt Box: há algumas exposições aí dentro.

Mais obras.

Bauakademy: Escola de Arquitetura


Deutsche Geschichte Museum (Museu Histórico Alemão)

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